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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado II - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sábado, 20 de setembro de 2014

Rosh Hashaná / Shaná Tová 5775

  

24 (ao entardecer), 25 e 26 de setembro, 2014
1 e 2 de Tishrei 5775

O Ano Novo judaico é o Dia do Julgamento, quando D'us determina o destino de cada um para o ano que se inicia. Parte principal do serviço de Rosh Hashaná é o toque do shofar, o chifre de carneiro, que desperta as pessoas para o arrependimento. [Leia mais…]

O que é celebrado em Rosh Hashaná?
Rosh Hashaná, celebrado nos dois primeiros dias do mês de Tishrê, comemora o sexto Dia da Criação do mundo, quando o homem foi criado por D’us. Rosh Hashaná é um dia em que judeus refletem sobre o ano e tomam boas resoluções para o futuro. O dia é também chamado de Yom HaZikaron (O Dia da Lembrança) e Yom HaDin (O Dia do Julgamento). Mas esta festa é mais conhecida como Rosh Hashaná – a Cabeça do Ano. (Morashá)

  
Dica de Leitura
BISTRITSKY, Shmuel. Yahaduton. Um guia prático e contemporâneo para a vida judaica. O mês de Elul e as festas de Tishrei. Yahaduton e Le Dorot Publishing: Kfar Chabad, Israel, 2013.
  
Veja mais:

domingo, 31 de agosto de 2014

Rosh Chodesh de Elul 5774


Quarta-feira, 27 Agosto, 2014 - 1 Elul, 5774
Rosh Chodesh de Elul

Em Elul, um mês antes, a chegada de Rosh Hashaná é anunciada pelo som do Shofar. O costume de tocar o shofar desde o primeiro dia de Elul vem desde os dias de Moisés, segundo nossos sábios. O shofar é tocado a cada manhã, durante todos os dias da semana, exceto no shabat e na véspera de Rosh Hashaná. O toque do shofar durante Elul visa despertar os judeus espiritualmente e prepará-los para Rosh Hashaná, o Dia do Julgamento.


Dica de Leitura
BISTRITSKY, Shmuel. Yahaduton. Um guia prático e contemporâneo para a vida judaica. O mês de Elul e as festas de Tishrei. Yahaduton e Le Dorot Publishing: Kfar Chabad, Israel, 2013.

  

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sábado, 29 de março de 2014

Shoah, a experiência cinematográfica subvertida para retratar o horror do nazismo



IHU (27/03/2014): Shoah, a experiência cinematográfica subvertida para retratar o horror do nazismo: Para o cinema, o ano de 1985 já era marcante simplesmente pelo fato de se celebrar o centenário da chamada sétima arte. E é neste limiar que Claude Lanzmann lança sua primorosa obra intitulada Shoah (Documentário/Testemunhos, França, 1985, parte 1, 147 min), que subverte os cânones cinematográficos, exibe um filme de nove horas e inventa uma nova linguagem para tratar de um tema que foi capaz de quebrar paradigmas da filosofia, da psicologia e do próprio cinema: o holocausto. "Esse documentário é fundamental, tanto na história do cinema quanto do conhecimento, pois rompe com a forma usual do que era fazer cinema convencional e mesmo o documentário. É um filme que não tem trilha sonora - a única música é a cantada pelos próprios sobreviventes -, e o cinema, mesmo o mudo, sempre foi sonorizado por músicas, ao menos. Nesse filme, não; o que se ouve é o barulho dos equipamentos, das pessoas, etc.", explica Robson de Freitas Pereira, psicanalista da Associação Psicanalítica de Porto Alegre – APPOA e conferencista do evento A proposta estético-política de Claude Lanzmann no Documentário Shoah. >>> Leia mais, clique aqui.

Como estrangeiros: os judeus sob Hitler


IHU (28/03/2014): Como estrangeiros: os judeus sob Hitler: Um teólogo e exegeta protestante, conhecido professor de Novo Testamento, idealizador e curador de um importante dicionário (o Theologisches Wörterbuch zum Neuen Testament, que, na edição alemã, chegou a 10 volumes). E um pensador judeu de origem vienense, orgulhoso da sua identidade, talvez o mais famoso depois da morte de Hermann Cohen, também graças às suas obras sobre o hassidismo. Trata-se de Gerhard Kittel e Martin Buber. A reportagem é de Marco Roncalli, publicada no jornal Avvenire, 25-03-2014. A tradução é de Moisés Sbardelotto. >>> Leia mais, clique aqui.