domingo, 6 de dezembro de 2009

Historia de la Bíblia por Prof. Miguel Pérez Fdez (link atualizado)

Historia de la Bíblia por Prof. Miguel Pérez Fdez. Universidad de Granada.

Parte I. El libro: 1. Las lenguas de la Bíblia; 2. La escritura en la antigüedad y en la Biblia; 3. Transmisión escrita y transmisión oral; 4. Escuelas y escribas; 5. La escuela y la filología alejandrinas; 6. El libro sagrado.

Parte II. El cânon: 7. El canon bíblico; 8. Historia literaria del cânon; 9. Historia social del cânon; 10. El canon del Nuevo Testamento.

Parte III. El texto: 11. El texto hebreo del Antiguo Testamento; 12. La versión griega de los LXX; 13. Las versiones arameas del AT. Los targumim; 14. El texto griego del NT; 15. Versiones antiguas de la Biblia: AT y NT; 16. Crítica textual del Aantiguo Testamento; 17. Crítica textual del Nuevo Testamento.

Parte IV: La Hermenêutica: 18. La Biblia, intérprete de sí misma; 19. Historia de la hermenéutica judia; 20. Historia de la hermenéutica cristiana.

Relações brasileiras com Venezuela e Irã são questionadas


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Destaque 1


Destaque 2

  • Matar-se em nome de Deus? Uma análise do suicídio praticado pelos homens e mulheres bombas no islamismo: Esta dissertação tem como objetivo investigar o suicídio praticado por homens e mulheres bombas no âmbito do Islã, um fenômeno com características peculiares, aparentemente vinculado à religião, que vem se expandindo e levanta grandes sobressaltos no mundo inteiro, por ser considerado uma das armas mais cruéis e espetaculares do terrorismo atual. O foco principal do trabalho é a resenha e a análise de leituras desse tipo de suicídio realizadas por autores que não pertencem à realidade cultural do Islamismo. A pesquisa buscou apontar o estado atual desse fenômeno, apresentar as principais posições que sobre ele manifestam os autores estudados e indicar questões para o cientista da religião decorrentes das leituras. O estudo revelou tratar-se de um fenômeno extremamente complexo, sobre o qual os autores estabelecem múltiplas e divergentes caracterizações. A maior incidência é a de classificá-lo como terrorismo com preponderância da motivação religiosa, ou como expressão do fundamentalismo muçulmano. Várias leituras apontam outras motivações, além da religiosa, atribuídas a fatores sociais, culturais, políticos e psicológicos. Um olhar crítico sobre as leituras questionou a generalização da índole violenta do fenômeno como sendo um apanágio da religião e da cultura muçulmana, em choque contra a democracia e a civilização ocidental, apontou leituras enviesadas das fontes islâmicas, em especial no que tange à qualificação dessa prática como jihad, a sua caracterização simplista como terrorismo ou fundamentalismo, sem levar em conta os fatores culturais que a circundam. Embora admitindo a presença marcante do fator religioso, descartou-se ser este a principal motivação. Salientou-se o seu aspecto de dádiva e entrega da vida, como também o profundo dilema ético que essa prática violenta suscita, cuja superação só poderá acontecer com o diálogo, a solidariedade e a luta contra todas as formas de barbárie que contaminam a sociedade.


O Globo (06/12/2009)


FSP (06/12/2009)

  • Pentágono banca pesquisas sobre vizinhos
  • Relações brasileiras com Venezuela e Irã são questionadas: Os acadêmicos que participam dos estudos do Pentágono com a Universidade Internacional da Flórida (FIU) afirmam que pretendem levar aos militares dos EUA uma visão mais matizada da América Latina, mas nem sempre é fácil. Um dos autores do relatório sobre o Brasil, Alcides Vaz, da UnB, foi crivado de perguntas sobre as relações do país com Venezuela e Irã ao expor seu trabalho no Comando Sul, na semana retrasada. Vaz percebeu "inquietação" quanto às posições brasileiras sobre o presidente venezuelano, Hugo Chávez, e o programa nuclear iraniano -o Brasil tem defendido o direito do Irã de enriquecer urânio para fins pacíficos. "No caso de Chávez, há expectativa de uma relação mais assertiva, de maior dureza", disse o professor da UnB. Segundo Vaz, a inquietação em parte é fruto da perspectiva dos americanos de "compartilhar responsabilidades com o Brasil", visto como ator global e não apenas regional. Para os militares dos EUA, é difícil entender a lógica brasileira, pela qual "é mais interessante atrair [a Venezuela] para o marco de organismos e instâncias regionais do que confrontá-la diretamente". O relatório sobre o Brasil descreve uma "ambiguidade" tradicional da política externa do país, que cultiva a autonomia e a autossuficiência, mas entende que o multilateralismo é o meio mais eficiente de tentar moldar a ordem internacional em seu benefício. Fala da ausência de guerras com vizinhos no século 20 e da habilidade brasileira para definir suas fronteiras de forma negociada como parte do seu "soft power". Descreve a "vocação atlântica" do país e de como foi "empurrado" pelas circunstâncias a assumir liderança na América do Sul. O estudo cita o crescimento econômico recente e as reservas de petróleo no pré-sal como fatores que pressionam por "capacidades de defesa proporcionais à vulnerabilidade dos novos espaços estratégicos" brasileiros. Ao questionarem posições do Brasil, os militares americanos também apontaram, segundo Vaz, o que consideram "percepções equivocadas" sobre eles. Mostraram dificuldade de assimilar a reação regional à Quarta Frota e ao acordo que permite o uso, por militares americanos, de bases na Colômbia. "Tive oportunidade de discutir a preocupação brasileira com o aumento da presença militar extrarregional na América do Sul e a militarização do entorno sul-americano", disse o professor. "Mas eles olham essas iniciativas não sob o prisma das preocupações nacionais, mas da sua estratégia global." Os militares do Comando Sul também acompanham a importância da Amazônia na doutrina militar brasileira e identificam convergência entre a política externa do governo Lula para a região e o pensamento das Forças Armadas. "[Eles percebem que] há uma sintonia grande entre o pensamento dos militares e as preocupações de política externa tal como refletidas na Estratégia Nacional de Defesa", relatou o professor Vaz. (Cláudia Antunes)


FSP online (06/12/2009)


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sábado, 5 de dezembro de 2009

Religião e arte de Jerusalém em São Paulo


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Destaque 1

  • Os cristãos novos portugueses no tráfico de escravos para a América Espanhola (1580-1640): O objetivo da dissertação é estudar o papel dos cristãos novos portugueses no tráfico de escravos para a América espanhola durante a União Ibérica, entre 1580- 1640. Os cristãos novos portugueses formaram redes comerciais que os permitiram estabelecer relações comerciais em todos os continentes conhecidos então. Muitos dos cristãos novos estudados foram financiadores reais. Esse fato, contudo, não diminuiu a perseguição sofrida por esse grupo por parte da Inquisição. No lugar disso, acirrou as contradições inerentes ao povo judeu e seus descendentes, como foram os cristãos novos portugueses.


Destaque 2


Destaque 3


Destaque 4


FSP (05/12/2009)


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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Os cristãos novos portugueses no tráfico de escravos para a América Espanhola (1580-1640)

Os cristãos novos portugueses no trafico de escravos para a America Espanhola (1580-1640)

Ana Hutz

Dissertação de mestrado em Economia (UNICAMP).

Data da defesa: 22-02-2008.

Resumo: O objetivo da dissertação é estudar o papel dos cristãos novos portugueses no tráfico de escravos para a América espanhola durante a União Ibérica, entre 1580- 1640. Os cristãos novos portugueses formaram redes comerciais que os permitiram estabelecer relações comerciais em todos os continentes conhecidos então. Muitos dos cristãos novos estudados foram financiadores reais. Esse fato, contudo, não diminuiu a perseguição sofrida por esse grupo por parte da Inquisição. No lugar disso, acirrou as contradições inerentes ao povo judeu e seus descendentes, como foram os cristãos novos portugueses.

Em visita ao Irã, Amorim pede que diálogo continue


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O Globo (04/12/2009)


FSP (04/12/2009)


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JB (04/12/2009)


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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Chanuká 2009 / 5770: Chag Sameach!!!!



Chanuká 2009 / 5770

11-18 de dezembro, 2009 – 25 de Kislêv - 2 de Tevet


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Paciência de Israel para com o Irã diminui


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O Globo (03/12/2009)


FSP (03/12/2009)

  • Jerusalém: Revogação de vistos palestinos bate recorde: O número de palestinos que perderam o direito de viver em Jerusalém atingiu o nível mais alto da história, segundo anunciou ontem a ONG pacifista israelense Hamoked. Pelas cifras da organização, 4.577 palestinos tiveram sua autorização de residência revogada em 2008 -mais da metade do total acumulado em 40 anos. Os números se referem ao governo de Ehud Olmert, tido como mais conciliador que o atual. A maioria dos palestinos de Jerusalém não tem cidadania israelense e vive na cidade graças a uma permissão que pode ser revogada em função de critérios administrativos tidos como segregacionistas pelos palestinos, que acusam Israel de querer "judaizar" a área.


FSP online (03/12/2009)


Estadão (03/12/2009)


JB (03/12/2009)


Terra (03/12/2009)


G1 (03/12/2009)


Último Segundo (03/12/2009)


Uol Internacional / Mídia Global (03/12/2009)


Aurora Digital (03/12/2009)


Deutsche Welle (02/12/2009)


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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Não é só Ahmadinejad que nega o Holocausto


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  • USP (01/12/2009): A Bíblia e suas traduções" expande texto bíblico para além da religião: O tema não é abordado apenas sob a ótica de especialistas em tradução em seu sentido mais estrito. Como explica Lyslei Nascimento, professora da UFMG e uma das organizadoras do livro, “a noção da Bíblia como um arquivo, um acervo de bens culturais, foi tomada a partir de uma ideia ampla de tradução. Por isso, a forma como a literatura ‘traduziu’ episódios, histórias, mitos e personagens bíblicos veio à tona, bem como o cinema, a filosofia e a própria tradução, no sentido interlinguístico.” Tal diversidade é parte integrante da riqueza da obra, que dá assim um panorama multifacetado das diferentes leituras propostas para um dos textos mais conhecidos do mundo. E que não desperta interesse apenas religioso. “O leitor não religioso da Bíblia há de encontrar todos os temas da literatura, da arte, do direito, da filosofia; também o pesquisador, o erudito, o letrado, encontrarão vasto material, ainda por ser desvelado, nas páginas da Escritura. Nosso olhar é no sentido de nos banquetearmos na narrativa. Não há sentido religioso, ou desejo missionário”, esclarece Lyslei, que é também coordenadora do Núcleo de Estudos Judaicos da UFMG. >>> Leia mais, clique aqui.


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  • O Globo / Prosa online (28/11/2009): Destino do 'Cemitério das Polacas' provoca polêmica: Abandonado por muitos anos, o Cemitério Israelita de Inhaúma está hoje no centro de uma delicada discussão no seio da comunidade judaica do Rio. O campo-santo é atualmente administrado pela diretoria do Cemitério Comunal Israelita do Caju, que apresentou à Prefeitura um plano de recuperação da área. O projeto prevê a reconstrução de uma capela e de uma área de preparação dos corpos, entre outras intervenções que permitirão a realização de novos enterros no local, oferecendo uma alternativa à necrópole do Caju, que está lotada, enquanto a de Inhaúma ainda tem cerca de 50% de área ociosa. A historiadora Beatriz Kushnir denuncia o projeto como uma tentativa de expurgo da memória das mulheres que constituíram a Associação Beneficente Funerária e Religiosa Israelita. Beatriz aponta que a reforma incluiria o cercamento dos túmulos já existentes, através de muros ou cercas-vivas. A historiadora atribui a medida às normas judaicas que estabelecem o isolamento de prostitutas e suicidas nos cemitérios. — O que se quer fazer é, à força, colocar muretas, cercas-vivas, ou o nome que se der, no cemitério, e condená-las definitivamente como párias. Isso apagaria a memória do local, tiraria dele a ideia de sítio histórico — critica Beatriz. >>> Leia mais, clique aqui.


O Globo (02/12/2009)


FSP (02/12/2009)


FSP online (02/12/2009)


Estadão (02/12/2009)


JB (02/12/2009)


Terra (02/12/2009)


G1 (02/12/2009)


Último Segundo (02/12/2009)


Uol Internacional / Mídia Global (02/12/2009)


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BBC Brasil (02/12/2009)


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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Destino do 'Cemitério das Polacas' provoca polêmica

O Globo / Prosa online (28/11/2009): Destino do 'Cemitério das Polacas' provoca polêmica: Abandonado por muitos anos, o Cemitério Israelita de Inhaúma está hoje no centro de uma delicada discussão no seio da comunidade judaica do Rio. O campo-santo é atualmente administrado pela diretoria do Cemitério Comunal Israelita do Caju, que apresentou à Prefeitura um plano de recuperação da área. O projeto prevê a reconstrução de uma capela e de uma área de preparação dos corpos, entre outras intervenções que permitirão a realização de novos enterros no local, oferecendo uma alternativa à necrópole do Caju, que está lotada, enquanto a de Inhaúma ainda tem cerca de 50% de área ociosa. A historiadora Beatriz Kushnir denuncia o projeto como uma tentativa de expurgo da memória das mulheres que constituíram a Associação Beneficente Funerária e Religiosa Israelita. Beatriz aponta que a reforma incluiria o cercamento dos túmulos já existentes, através de muros ou cercas-vivas. A historiadora atribui a medida às normas judaicas que estabelecem o isolamento de prostitutas e suicidas nos cemitérios. — O que se quer fazer é, à força, colocar muretas, cercas-vivas, ou o nome que se der, no cemitério, e condená-las definitivamente como párias. Isso apagaria a memória do local, tiraria dele a ideia de sítio histórico — critica Beatriz. >>> Leia mais, clique aqui.

Israel disputa posse de manuscritos de Kafka destinados ao arquivo de Marbach


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Deutsche Welle


Destaque 2

Revista Época (01/12/2009)


O Globo (01/12/2009)


FSP (01/12/2009)


FSP online (01/12/2009)


Estadão (01/12/2009)


JB (01/12/2009)


Terra (01/12/2009)


G1 (01/12/2009)


Último Segundo (01/12/2009)


Uol Internacional / Mídia Global (01/12/2009)


IHU (01/12/2009)

  • ''Um resultado chocante. É o triunfo do medo'', afirma politólogo muçulmano: "Um resultado chocante". Tariq Ramadan, um dos máximos especialistas sobre Islã europeu, controverso defensor da necessidade de um enraizamento das comunidades muçulmanas no interior da realidade europeia, reage assim aos resultados do referendo na Suíça. Um país que ele conhece bem, porque é nele em que reside quando não leciona em Oxford ou gira para conferências no resto da Europa. A reportagem é de Francesca Caferri, publicada no jornal La Repubblica, 30-11-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Eis a entrevista.


Aurora Digital (01/12/2009)


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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Amós Oz - Música de Câmara Crítica


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Revista Bravo (Nov/2009)

Amós Oz - Música de Câmara Crítica: Em "Cenas da Vida na Aldeia", o israelense Amós Oz segue evitando os heroísmos e grandes acontecimentos. Ele usa a vida doméstica para falar de solidão e preconceito. >>> Leia mais, clique aqui.



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27/11/2009

domingo, 29 de novembro de 2009

Irã e Israel: dois pesos e duas medidas


Destaque 1

  • Programa do Jô (24/11/2009): Entrevista com William Waack: William Waack falou sobre a entrevista que fez em Teerã com o presidente iraniano Mahmoud Aahmadinejad. a conversa demorou cerca de quatro anos para ser realizada. em 2006, quando produziu um especial para o "jornal da globo" sobre o irã, nem obteve resposta para o pedido de entrevista. Jô disse que tem dificuldades para pronunciar o nome "Ahmadinejad". William falou que ele e seu cinegrafista têm o mesmo problema, então optaram por chamá-lo de armando. Jô também destacou a falta de simpatia do presidente. William disse que ele fala pouco inglês, mas também não se esforça muito para entender. Eles também comentaram sobre a repressão a que as mulheres iranianas são submetidas. William falou que a parte feminina considerada mais sedutora são os cabelos - e por isso têm de ser cobertos. William comentou que a figura mais impressionante que conheceu em quase 40 anos trabalhando como jornalista foi o aiatolá Khomenei, que tinha olhos impressionantes. Apesar de o Jô afirmar que as ideias do aiatolá eram parecidas com as de Gandhi, William afirmou que esta é uma ignorância nossa. Os princípios de Khomenei assemelhavam-se mais aos de Lênin. William falou ainda sobre a beleza de Teerã - moderna e com vida noturna agitada. Antes do início da entrevista com Ahmadinejad, William tentou quebrar o gelo mostrando uma foto com o líder religioso do Irã, o aiatolá Khamenei - no telão, foi mostrada uma imagem deste momento. William também disse ter ficado chocado com a falta de organização técnica dos iranianos. Apesar da boa vontade com estrangeiros, são muito bagunçados. Um dos assessores chamou William e fez alguns pedidos: que não cruzasse as pernas, que não mostrassem Ahmadinejad de olhos fechados e nem mexendo no paletó. Sobre a relação Brasil-Irã, William crê que esta aproximação é uma "sinuca" para nós. Além disso, está impressionado com o peso que assuntos religiosos têm adquirido em questões internacionais. O cinegrafista Ronaldo de Souza estava na plateia.
  • Blog do Noblat (27/11/2009): Irã e Israel: dois pesos e duas medidas


Destaque 2

  • Sérgio Aguiar Montalvão: A homossexualidade na Bíblia Hebraica: um estudo sobre a prostituição sagrada no antigo Oriente Médio: O trabalho tem o objetivo de apresentar a homossexualidade na Bíblia Hebraica através das passagens de Levítico 18:22, 20:13, Deuteronômio 22:5, 23:18-19, 1º Reis 14:24, 15:12, 22:46 e 2 Reis 23:7; analisar as relações da prostituição cultual masculina dos termos encontrados em Deuteronômio 23:18-19 (qadesh e keleb); os termos da região do Oriente Próximo com o papel da adoração ritual homossexual (qaditu e assinu); as deidades rituais com o rito masculino (Asherah de 2º Reis 23:7 e a Astarte de Kítion do Chipre relacionada ao keleb em Deuteronômio 23:18-19) as quais estão relacionadas aos ritos de fertilidade; trabalhar o contexto histórico no qual a homossexualidade ritual se desenvolveu em Israel e Judá (1º Reis 14:24, 15:12, 22:46 e 2º Reis 23:7); e com a questão das abominações e interditos tanto da homossexualidade (Levítico 18:22 e 20:13) quanto do travestismo (Deuteronômio 22:5). A pesquisa será realizada através de diversos estudos de acadêmicos que discorreram sobre o tema da homossexualidade na Bíblia Hebraica e sobre as suas questões levantadas e conclusões.