Nosso Blog é melhor visualizado no navegador Mozilla Firefox.

Pesquisar este blog

Carregando...

Total de visualizações de página

Google+ Followers

Follow by Email

Perfil

Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado II - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

Translate

Seguidores

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

50 anos da declaração Nostra Aetate


50 anos da declaração Nostra Aetate


Em 1962, o Papa João XXIII inaugurou o Concílio Vaticano II, iniciando um processo que levaria a uma verdadeira revolução nas relações entre a Igreja e a comunidade judaica internacional. Em 1965, o Concílio terminou, e a declaração Nostra Aetate foi publicada. >>> Leia mais em 50 anos da declaração Nostra Aetate

domingo, 25 de janeiro de 2015

Os judeus e as palavras (Amós Oz e Fania Oz-Salzberger)

Nesse livro que mistura narrativa e erudição, conversa e argumento, o romancista Amós Oz e sua filha, a historiadora Fania Oz-Salzberger, contam as histórias por trás dos nomes, dos textos, das disputas e dos adágios mais duradouros do judaísmo. 
As palavras, eles argumentam, compõem o elo entre Abraão e os judeus de todas as gerações subsequentes. 
Continuidade, mulheres, atemporalidade, individualismo - o rol de temas abordados é vasto. Oz e Oz-Salzberger revisitam personalidades judaicas através das eras, da suposta autora do Cântico dos Cânticos aos obscuros Talmudistas e autores contemporâneos. 
Eles sugerem que a longevidade da cultura judaica, e até mesmo a singularidade do povo judeu, depende não apenas dos lugares, monumentos e personalidades heroicas ou rituais, mas da palavra escrita e do contínuo debate entre gerações. 
Secularistas convictos, pai e filha deixam de lado o fervor religioso para extrair dos textos sagrados toda sua força de documento histórico, sua sonoridade poética e densidade literária. 
Repleto de ensinamentos, lirismo e humor, Os judeus e as palavras oferece um passeio pela tradição judaica e estende a mão a qualquer leitor interessado em se juntar à conversa. >>> Veja mais, clique aqui.

2015: Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto (27 de janeiro)


Dia Internacional de Lembrança das Vítimas do Holocausto (27 de janeiro), como ficou conhecido o extermínio de milhões dejudeus e outros grupos considerados indesejados pelo regime nazista durante a Segunda Guerra Mundial, é celebrado oficialmente em 27 de janeiro.

A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2005, para lembrar o dia da libertação dos prisioneiros do campo deconcentração nazista de Auschwitz-Birkenau, no sul da Polônia, ocorrida em 27 de janeiro de 1945.

O texto da resolução rejeita qualquer questionamento de que o Holocausto foi um evento histórico, enfatiza o dever dos Estados-membros de educar futuras gerações sobre os horrores do genocídio e condena todas as manifestações de intolerância ou violência baseadas em origem étnica ou crença.

A resolução pede também ao Secretário-Geral que crie um programa de comunicação sobre o tema "O Holocausto e as Nações Unidas" e que incentive a sociedade civil a promover a memória do Holocausto e iniciativas educativas. A iniciativa da ONU tem importância no sentido histórico e igualmente pedagógico. Veja o link elaborado pela ONU, clique aqui.


Veja mais:



sábado, 18 de outubro de 2014

Derás: o debate sobre a definição e aplicação do termo nos estudos exegéticos do século XX

Resumo: No último século, os exegetas cristãos, para obter uma compreensão mais profunda dos escritos neotestamentários, despertaram progressivamente para a necessidade de conhecer as fontes, práticas e características da exegese judaica (do período do Segundo Templo e do período Rabínico). Esta mudança de perspectiva fez com que a exegese cristã entrasse em diálogo com o derás, a hermenêutica própria do judaísmo. Neste artigo apresentamos a complexa questão da definição e da distinção dos dois termos: derás e midrás. Seguimos o caminho histórico percorrido pelos exegetas cristãos quanto à compreensão e à aplicação dos dois termos. Enfocamos, de modo particular, o debate sobre a compreensão do midrás/derás enquanto gênero literário específico (Wright) ou método exegético e hermenêutico (Bloch; Díez Macho; Le Déaut; etc).

O diálogo nas Tradições Judaica e Cristã. A Igreja Católica e os Judeus, um diálogo em construção

Resumo: O autor apresenta sua visão sobre quais fatores que levaram a Igreja ao diálogo com os judeus, após uma história marcada pelo domínio católico e a perseguição ao povo judeu. Expõe também algumas contribuições judaicas bíblicas ao tema, tais como a técnica de debate/estudo chamada de pilpul e o conteúdo de extensos debates encontrados no Talmude, que demonstram o lugar central que o diálogo e a indagação filosófica têm no Judaísmo. Acrescenta também aportes contemporâneos judaicos ao pensamento universal, através da filosofia desenvolvida pelo pensador judeu Martin Buber, corroborando o lugar central e ininterrupto do diálogo no Judaísmo desde seu nascimento. Ao longo da apresentação são feitas ligações com a Declaração Nostra Aetate, como posicionamento chave da Igreja no tema do diálogo com os judeus, bem como os “10 Pontos de Seelisberg” e os “12 Pontos de Berlim”, resultado da interação entre cristãos e judeus após o Holocausto.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Iom Kipur 5775: Gmar Chatimá Tová

 

Véspera de Iom Kipur 9 de Tishrei – 03/10/2014
Iom Kipur 10 de Tishrei – 04/10/2014

Gmar Chatimá Tová e um bom jejum!
Que sejamos todos assinados no Livro da Vida com muita saúde, paz, alegrias e boas realizações.

GMAR CHATIMÁ TOVÁ!
Conta-se sobre o Rabi Levi Yitzchak de Berditchev Z"L que, nos anos em que Yom Kipur acontecia no dia de Shabat, ele costumava ficar muito tranquilo. O motivo para tal é que, como se sabe, no Shabat é proibido escrever, ou seja, é uma transgressão do Shabat. Isso só é permitido em situações de "Pikuach Nefesh" (para salvar uma vida). Portanto, quando é assim, isto é, Yom Kipur no Shabat, o Eterno só pode inscrever-nos no "Livro da Vida", já que trata-se de "Pikuach Nefesh". Para lidar com a "morte", por outro lado, é claro que Ele não escreverá em Seu livro, pois é proibido escrever no Shabat.

Teremos o mérito, com a graça de Hashem, de obter Gmar Chatimá Tová, e que todos os grandes desejos de nossos corações sejam concretizados para o bem e Leshem Shamaim, amén!

Fonte: Boletim Hashavua Ano4_163edª do Colégio TTH Bar-Ilan, em 02/10/2014.

  
Dica de Leitura
BISTRITSKY, Shmuel. Yahaduton. Um guia prático e contemporâneo para a vida judaica. O mês de Elul e as festas de Tishrei. Yahaduton e Le Dorot Publishing: Kfar Chabad, Israel, 2013.
  
Veja mais:

sábado, 20 de setembro de 2014

Rosh Hashaná / Shaná Tová 5775

  

24 (ao entardecer), 25 e 26 de setembro, 2014
1 e 2 de Tishrei 5775

O Ano Novo judaico é o Dia do Julgamento, quando D'us determina o destino de cada um para o ano que se inicia. Parte principal do serviço de Rosh Hashaná é o toque do shofar, o chifre de carneiro, que desperta as pessoas para o arrependimento. [Leia mais…]

O que é celebrado em Rosh Hashaná?
Rosh Hashaná, celebrado nos dois primeiros dias do mês de Tishrê, comemora o sexto Dia da Criação do mundo, quando o homem foi criado por D’us. Rosh Hashaná é um dia em que judeus refletem sobre o ano e tomam boas resoluções para o futuro. O dia é também chamado de Yom HaZikaron (O Dia da Lembrança) e Yom HaDin (O Dia do Julgamento). Mas esta festa é mais conhecida como Rosh Hashaná – a Cabeça do Ano. (Morashá)

  
Dica de Leitura
BISTRITSKY, Shmuel. Yahaduton. Um guia prático e contemporâneo para a vida judaica. O mês de Elul e as festas de Tishrei. Yahaduton e Le Dorot Publishing: Kfar Chabad, Israel, 2013.
  
Veja mais: